quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sempre deusa

Vim no comboio a ouvir Bastille. Pensava eu que estava a murmurar a música, quando olho para frente, e vejo uma gaja a olhar para mim e a rir-se. 
Eu fico a olhar para ela com os olhos bué abertos tipo "porra, ouves-me?" e foi aí que percebi que estava a cantar. O problema é não saber bem quando é que comecei a cantar. 

E depois, gaja boa que sou, a passar a passagem de nível, enterrei o pé no buraco e ia-me espetando. Obviamente que, princesa, continuei a andar como se nada fosse. 

5 comentários:

Anónimo disse...

Fui eu essa rapariga ahahahah

JS disse...

O problema é não saber bem quando é que comecei a cantar.
Então, foi um bocadinho antes daquela estação onde fugiu toda a gente, exceto essa rapariga. ahahahahah

Briana disse...

ahah sempre bom

Marisa C. disse...

Vai tentando, vai tentando... o Jorge Palma revelou-se no metro de Paris e hoje é um grande... bêbedo. :D

Green disse...

É assim mesmo, eheheh