domingo, 7 de abril de 2013

Testamento meio creepy

Eu adoro putos, a sério que sim. Adoro, adoro, adoro. Mas não me parece que ter filhos vá ser uma tarefa fácil.
Em conversa com o André cheguei a uma conclusão:

Eu não me imagino numa maternidade de perninha aberta e cheia de sangue. Por outras palavras, ter filhos é uma coisa que me mete muita impressão. E porquê?

1º- Vi um vídeo no 9º ano que me traumatizou de tal maneira, que ainda hoje me lembro daquela merda. Aquilo era sangue everywhere (e eu desmaio com o sangue, o que dá sempre jeito nestas ocasiões). 

2º- Acabei de ver um vídeo em que uma senhora tinha um barrigão lindo que só ele. E depois o bebé começou a mexer-se. As pessoas normais acham fofo. Eu só consigo imaginar que o puto vai rebentar a barriga e sair por ali armado em Alien (só quem viu os filmes é que vai perceber o quão nojento é). Eu sei, a minha mãe tem razão quando diz que eu vejo filmes com terror e depois fico com uma pancada do tamanho do mundo.

3º- Os cordões umbilicais fazem-me lembrar salsichas frescas. Sim, eu não consigo comer salsichas frescas porque me fazem lembrar uma data de cordões umbilicais agarrados, e apesar de eu ser meio para o bitchy, ainda não ando a comer dessas coisas.

4º- Os bebés quando nascem têm cara de joelho. A sério que depois ficam giritos, mas aquilo quando nascem... oh senhores, que coisinha mais feia! 

5º- Como já mencionei, sou uma persona que fica sensível com o sangue. Aquilo ia ser qualquer coisa como: desmaiava assim que começava a ver sangue. Depois desmaiava quando via que a criatura estava a sair e eu me estava a esvair em sangue. E no fim, só queria ver o bichano quando ele estivesse sem sangue e de preferência, sem aquela coisinha sebosa. 

Ós portantos, ou mudo muito, ou vou passar um bom bocado.

10 comentários:

Mim disse...

Penso que estás a colocar a questão ao contrário.
Primeiro "vais passar um bom bocado" com alguém que te fará esquecer essas merdinhas todas.
Depois, nos nove meses que vais carregar "o bichinho", o espírito maternal vem ao de cima e vais achar o teu "cara de joelho" o cara de joelho mais lindo do mundo.
Não que eu tenha carregado algum, mas pelo menos essa parte do "cara de joelho" foi das sensações mais... sei lá, pra não parecer maricas... foi uma coisa que me deixou quase tão emocionado como o Nuno Melo.
xD
E obrigado por me deixares partilhar estas emoções tão intensas num local onde as emoções mais fortes se resumem praticamente a iogurtes e salsichas frescas. xD

A disse...

Os filmes que tu fazes xD

André Gonçalves disse...

Se nunca tiveres um filho nunca vais ter aquele momento de prazer que é dizer: ~
-Ó Luís Miguel vai à mercearia comprar cebolas !! (e continuas sentada no sofá a ver a novela)

Mim disse...

Olha, estava a gozar com aquilo dos iogurte e salsichas. Sabes que se não gostasse de ler as tuas parvoíces, não era quase sempre dos primeiros a comentar. Além de que já me cansei de falar e/ou ler textos muito sérios e secantes. xD

TimTim disse...

oh rapariga esta explicação dá para escrever uma comédia romântica

Joana disse...

ahahaha, morri a rir com as razões xD
agora talvez seja um bocado assustador, mas quando estiveres para ser mãe, estiveres preparada, vai ser menos assustador e não vais achar que o puto vai sair pela barriga fora a cantar xD

IceQueen disse...

Ahah, olha, sou o contrário de ti, não gosto nada de crianças e sempre disse que não queria filhos, mas acho todo o processo de desenvolvimento fetal bastante interessante e, se tivesse oportunidade, não me importava de assistir a um parto xP

Rainha do Nada e Afins disse...

E o parto é uma tortura!
Mas eu nunca iria pôr um filho neste mundo, porque já anda a haver problemas na distribuição de alimentos, e uma das causas é excesso de população...
Além do mais, este mundo é uma merda.
Vou-me ficar por ver as criancinhas a brincar e os outros que fiquem com as piores partes. xD

in your ass disse...

As vacas têm os bezerros de pé

Green disse...

Com a tua idade eu também dizia que não queria ter filhos, e digo-te que as mentalidades e as pessoas mudam, de qualquer forma, não precisas pensar nisso nos próximos anos.