Dona Patrícia deixa a mala do ginásio no balneário enquanto vai treinar. Mas nem deixa nada aberto! Tudo dentro da malinha, a malinha fechada e mesmo no canto do banco. Tudo arrumadinho e nem uma fibra fora da mala.
A Patrícia volta do treino e mala, nem vê-la. Começa a espreitar para todo o lado e nada. Começa então a ter um ataque cardíaco, e decide perguntar a uma escanzelada de saltos altos que lá estava:
- Desculpe, viu uma mala preta e rosa, que aqui estava?
Pois a puta olha-me de lado, aponta para a estante de cima, e eu vejo a mala. Ia agradecer-lhe quando ela diz:
- Não é por nada mas as pessoas precisam de meter as malas delas nos bancos. Eu meto sempre no cacifo, assim escuso de incomodar, não é?!
Ora então vamos lá ver: eram dez da manhã e éramos as únicas gajas no ginásio. Se fosse de tarde, com tanta gente, eu era a primeira a ter dois dedos de testa e a guardar a mala num cacifo. Mas veja-se que tínhamos três bancos enooormes só para nós.
E sim, a Patrícia devia ter feito um pé de vento e ter armado a barraca ali. Ter agarrado no cabelo da gaja e arrumá-la para o outro lado do balneário. E depois tirava-lhe um dos saltos de 11cm e enfiava-lhe pela cavidade retal acima. A sério que devia. Mas sou tão conas e fiquei tão parva com a estupidez da gaja,que limitei-me a virar-lhe o cu.