"(...)
Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,
Rasgar-me todo abrir-me completamente, tornar-me passento
A todos os perfumes de óleos e calores e carvões
Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!
(...)
Como eu vos amo de todas as maneiras,
Com os olhos e com os ouvidos e com o olfato
E com o tato (o que apalpar-vos representa para mim!)
E com a inteligência como uma antena que fazeis vibrar!
Ah, como todos os meus sentidos têm cio de vós!"
(...)
Amo-vos a todos, a tudo, como uma fera.
Amo-vos carnivoramente (...) "
No entanto, ele decidiu escrever uma ode (e há que dizer: todo maluco!) a pensar nisto:
Porra, realmente estas locomotivas matam-me. Sensualidade no seu auge.
Pessoas que ainda não chegaram ao 12º ano: run bitch, run for your life!

