Tocam à campainha do prédio. O meu irmão vai até ao intercomunicador, abre a porta e diz:
- É o teu namorado.
Abre a porta de casa e eu ouço a cadela a ladrar, o que é normal. No entanto a bicha começa com um ladrar estranho e eu percebo que ela não conhece a pessoa em questão. Nisto aparece o meu irmão:
- Afinal não é, mas parecia...
Levanto a peida, e tenho dois gajos da Zon à porta de casa, e a cadela no meio das escadas, de volta de um deles, toda maluca.
Chamo-a. Como aquela cabra é muito bem mandada, ignorou-me. Lá vou eu de cu para o ar (literalmente, visto que a bicha é uma miniatura) tentar agarrá-la.
Depois fizemos uma espécie de apanhada à volta das pernas do gajo, que durou mais do que eu quis. Lá a agarrei e respondi às perguntas dele.
O outro, um pouco mais velho que eu, estava sempre a olhar e eu comecei a ficar toda intimidada, e com o catano da cadela a ladrar ao meu colo (sim, foi uma daquelas cenas à Patrícia).
Os gajos vão-se embora.
Acabei de me lembrar que estou com umas leggins que, quando me baixo, ficam transparentes. Muito. E eu estive não-sei-quanto-tempo de cu para o ar. Qui lindo...
E foi assim que matei trinta chineses e os dois técnicos da Zon vão chegar a casa com enxaquecas e quebras de tensão. Nem todos conseguem sobreviver a tanta sensualidade or not.
PS- E sim, já dei um raspanete ao puto por abrir assim a porta.